Entrevista: Sebastião Seabra

O Nanquim conversou essa semana com Sebastião Rodrigues Seabra, desenhista com ampla experiência no mercado brasileiro de histórias em quadrinhos, que nos contou um pouco de sua trajetória e falou abertamente - sem meias palavras - de como vê, hoje, o cenário das HQs no Brasil e do que encontrarão as novas gerações de profissionais da nona arte.

NANQUIM: Muitos profissionais evitam se envolver com os quadrinhos eróticos, achando que isso pode rotulá-los ou prejudicar futuros trabalhos. Por outro lado, há muitos que se envolvem com o gênero exatamente pela falta de oferta de outros tipos de trabalho. Qual a sua relação com o quadrinho erótico? É um gênero como qualquer outro ou um sacrifício a se fazer para pagar as contas? Você já se sentiu prejudicado por ter trabalhado nessa área?

SEABRA: Nunca me senti prejudicado. É um gênero como qualquer outro. Só não gosto dele pelas suas limitações estéticas. Desenhar nu o tempo todo é maçante, e, nu explicito chega a ser desagradável. Não há o movimento maravilhoso de linhas e o grafismo sem par das HQs de super-heróis... Não há razão de cenários, tampouco se é pago para fazer isso. Não há tipos interessantes... Ou seja, é limitado. Minha relação e meu envolvimento com o quadrinho erótico foram por pura falta de opção, meus e de toda uma geração que saiu duma ditadura de costumes. Éramos garotos e só queríamos desenhar e escrever HQ... Assim que a censura foi abolida não havia ninguém publicando HQ nacional, apenas uma editora de Curitiba. E, aproveitando que o quadrinho erótico feito lá fora seria sem sal e sem açúcar para o paladar tupiniquim, chamaram a gente. O resto é história.
O fato de eu ainda continuar a fazer HQ erótica é um misto de pura incompetência com opção de mercado. Se nossos editores tivessem cultura e capacidade de publicar outras coisas, e me convidassem, eu obviamente aceitaria. Mas a edição dum quadrinho erótico é tudo o que a inércia desses descerebrados são capazes de conceber. Nosso problema não é mercado, mas editores, ou melhor, o dono do dinheiro. Alguém de visão e capacidade para publicar esse tipo de material. Editor de HQ já houve um ou outro esboço, mas foi tragado pela total incapacidade financeira de bancar as revistas.

NANQUIM: Ainda sobre gêneros das HQs, você é um grande fá dos quadrinhos de super-heróis. Fale-nos um pouco sobre suas preferências, e de suas inspirações para seus próprios personagens, como o Vingador Mascarado e o universo Zênite.

SEABRA: Bom... Sou um dos felizardos, agraciados desde o início pelo universo fabuloso de Stan Lee. Eu morava perto dum posto Shell, na cidade de Araraquara (360 km de São Paulo) quando chegaram as revistas Super X e Capitão Z números zero, trazendo a bordo os heróis Marvel, e artistas fabulosos de quilates dum Jack Kirby, e Steve Ditko. Me emociono só de lembrar. Eu era um garoto e antes disso só havia lido e comprado nas bancas a revista d'O Fantasma, da Rio Gráfica Editora, e O Zorro, da EBAL... No final dos anos 60 chegaram o Homem-Aranha, Demolidor e Quarteto Fantástico... Cara, era só alegria... Obras primas. O Vingador Mascarado foi uma oportunidade única. Nosso querido Tony Fernandez teve um sonho (junto com outro cara que é uma mãe, o Wanderley Felipe): publicar revistas em quadrinhos de aventuras. Emprestou dinheiro e meteu as caras. Ele me ligou e me encomendou um super-herói. Na época Batman chegou a ser capa (matéria paga, claro) até da Veja, tamanha a grana que gastaram com publicidade do primeiro filme dele (filme que inaugurou um gênero). Era o ano dele. A era Batman. Aí foi quase que natural ele me pedir um “Batman”. Foi o que tentei fazer... Anos depois, navegando pela internet, fico espantado em saber quanta gente curtia o Vingador... Filho único de mãe solteira... Publicado apenas uma, duas, três vezes? E esparsamente. Nossos editores, esses sábios, têm toda razão. Não há espaço para a HQ de super-herói feito por brasileiros nas bancas. O Universo Zênite nunca passou de esboços e de HQs iniciadas e jamais finalizadas... Também seria pra editora do Tony Fernandez, mas eu sabia que ela não duraria muito. É como chifre; a gente sempre sabe que vai acontecer.

NANQUIM: Em 18 de maio desse ano, você disse em seu fotolog: "É lamentável como tem pessoas mal informadas e sempre dispostas a falar mal do quadrinho nacional... tecem comparações absurdas, e até mesmo alguns ditos profissionais da área falam muita ***** sobre isso". Deixando de lado as diferenças óbvias, como base salarial e a pouca valorização do profissional brasileiro, em sua opinião, o que falta para o mercado nacional de quadrinhos poder ser comparado ao norte-americano?

SEABRA: Olha, a maioria não sabe ler e leva na base maniqueísta as minhas palavras. Só entendem se for preto ou branco, e, obviamente não é assim. Quando um editor e agente de artistas competente como o Joe Prado fala que não tem como fazer HQ de super-herói no Brasil, ele não está falando que não há gente competente aqui para fazer isso (seria um paradoxo, ainda mais ele pensar assim) obviamente ele está dizendo que não há DINHEIRO que pague um trabalho desses, ainda mais nos moldes que se pratica hoje em dia lá nas Marvels e DCs da vida, extremamente sofisticado. Se quando era uma HQ (o comic book/gibi) rudimentar, a prima pobre das HQs de tiras de jornais, as revistas em quadrinhos já seriam duras de se imitar aqui no Brasil, imagine agora? Claro que por outro lado eu acredito no jeitinho brasileiro, na improvisação e na criatividade de quem não tem grana. Fazer revistas em quadrinhos como fez a Grafipar de Curitiba, baratas e em grande quantidade de títulos. Mas tendo um bom editor capitaneando. Alguém competente, criador. Cláudio Seto era esse editor. Ele sabia que para ter um produto nas bancas, todo mês, e manter a produção e uma certa qualidade, ele precisaria bancar um profissional de HQ; garantir uma produção certa e um pagamento mínimo, e no dia certo. Caso contrário nada vai pra frente.

 

Segunda reunião de quadrinhistas na Grafipar, em Curitiba. Da esquerda pra direita: Rodval Matias, Francisco Vilachã, Seabra,
Josmar Fevereiro e o editor Cláudio Seto. No canto direito, o roteirista Carlos Magno, o desenhista curitibano Eros e Fernando
Bonini.

NANQUIM: No mesmo texto, você se autodeclarou um "PM das HQs". Explique um pouco melhor isso. O quadrinista brasileiro, hoje, persiste na área por puro amor à arte?

SEABRA: Praticamente sim. É pessoal. O pagamento que se pratica é aviltante, e os calotes também. Um editor cancela uma publicação e com a maior cara de pau não te paga a produção de um mês inteiro. Essa gente não vale nada. Em países civilizados, o que o sujeito encomendou, ele paga, mesmo não publicando. Como você explica um policial que sobe o morro, debaixo de tiros, pra prender um animal que ele sabe será solto ou mantido preso na maior mordomia? Que esse mesmo animal tem acordos até com o governador. Enfim, o cara é um crente, um idealista. Um Mulder na vida. Ele quer acreditar. O desenhista de HQ brasileiro é assim também. Aliás, guardada as devidas proporções, provavelmente todo desenhista de HQ é assim. Todo artista... Mesmo lá nos EUA se paga mal um quadrinhista (pelo custo de vida deles)... Exceto os grandes artistas, com grandes estúdios, a grande maioria ganha mal. HQ é e sempre será mão de obra adolescente. É até natural que seja assim... É a época certa pra criar, e trabalhar muito. HQ é um veículo pra adolescente. Às vezes fico espantado em lembrar que eu escrevia revistas inteiras e desenhava, em plenos 18, 19 anos... Toda minha geração fazia isso. Trabalhavam muito.

NANQUIM: Já que estamos falando de paixão, vamos falar da sua. Quando surgiu a vontade de fazer quadrinhos? Foi amor à primeira vista?

auto-retrato de SeabraSEABRA: Creio que sim. Meu irmão mais velho havia chegado da cidade, e trouxe uma novidade: uma revista em quadrinhos do Tio patinhas! A número UM. Ele entrou, falou qualquer coisa e jogou a revista sobre a mesa da sala. Eu acompanhei tudo aquilo com meus olhinhos ávidos (risos) e, quando vi aquilo aberto sobre o tampo da mesa... Aquelas páginas em quadrinhos coloridas, uau... Era simplesmente a coisa mais sedutora que eu havia visto até então. Fui fisgado. A partir daí foi uma seqüência natural pra mim. Nunca, em momento algum eu tive dúvidas do que faria na vida. Sou autodidata. Quando fui morar em São Paulo, em 1969, com onze anos de idade comprei um livro de anatomia, que devorei literalmente... Cinco anos depois eu estaria fazendo tiras diárias para a empresa Folha da Manhã, e a caminho da profissionalização.

NANQUIM: Além dos quadrinhos, quais são suas outras paixões?

SEABRA: As lícitas?... Bom... Sou um homem de poucas paixões. Em certa época foram os romances policiais. Era absolutamente apaixonado por vários autores, vários texto... Queria escrever igual, etc, mas, lamentavelmente, não estava à altura do ato. Escrever acredite, é muito mais difícil do que desenhar. É a arte suprema. Em seguida foram os autores de ficção científica. Eu babava. Cinema sempre me entediou. São sempre iguais. Fórmulas. Animação sempre me foi indigesto... De teatro eu fujo, de poesia eu não sinto nada (risos)... No geral, um ou outro filme que me interessa, um rock dos anos 50 aqui, outro acolá, musica clássica... Só. Tentei escrever varias vezes, e, adivinha o que saiu e saíram muitos? Contos eróticos (risos). Publiquei e republiquei algumas centenas deles. Um estigma isso. Acho que paixão mesmo é... Um lápis H para rafear suavemente uma figura... Depois um outro para contornar... Uma lapiseira para lapidar... e por ai vai. Isso é paixão.

NANQUIM: Você hoje dá aulas de desenho e anatomia, certo? Fale-nos do que você tenta passar aos seus alunos sobre a situação do quadrinho nacional. Como isso afeta as ambições profissionais deles?

SEABRA: Sabe aquela frase que tem na entrada do Asylo Arkan? Algo tipo “deixe as esperanças do lado de fora", etc? Eu faço isso. Já fodo a cabeça deles logo de cara. Deixo bem claro que o mercado não existe, que eles desenham mal pra cacete, que se aparecer alguém com talento no meio deles será um milagre; que passar num teste para o mercado americano é pura ficção científica, etc, aí eles abaixam o facho e eu consigo passar uma ou outra coisa pra eles, do contrário fica impossível. O ego inflado é o maior entrave dum aspirante a desenhista. Paradoxalmente, os meus melhores alunos têm o ego muito maior que a bunda da namorada deles. São afiados como navalha, mas, lamentavelmente nunca cortarão nem chuchu cozido. Como você pode ver, eu dou a maior força pra eles. Força para que façam uma boa faculdade, para que leiam mais (eles não lêem nada). O meu querido e extremamente talentoso Roger Cruz disse uma coisa interessantíssima numa entrevista recente. Ele falou da importância do aspirante a desenhista saber se apresentar a alguém. Nem isso eles sabem. São muito mal criados. Claro que tudo isso é resultado da deteriozação escolar. O primário de hoje é um lixo. O ginásio idem. O colegial, nem se fale.

NANQUIM: Você falou sobre a falta de leitura por parte dos seus alunos, mas esse é um problema que atinge a muitos brasileiros (segundo pesquisa da Pró-Livro, 45% da população é considerada "não-leitora"). Para você, os quadrinhos têm influência na construção de um hábito de leitura?

SEABRA: Olha... Eu não me acho capaz de responder isso... E também não acredito nessa baboseira oriental de que “a imagem vale por mil palavras”. Sou de uma época onde os leitores de HQ eram retratados (pelos próprios desenhistas) como retardados. Se aparecia num quadrinho um sujeito lendo gibi, era o idiota da história. Não vamos generalizar, claro, nem acabar com nossos leitores – ou a nós mesmos – mas sendo uma arte popular, de fácil digestão, e individual, era e é de se esperar que pessoas menos capazes entrem de cabeça nela. O cinema é uma baboseira tanto quanto, só que não é nada individual, daí ninguém nunca o condenou como sendo mídia de retardado, muito pelo contrário. Então, eu faço parte de duas épocas distintas, uma, nos anos 60, onde por influência direta dos EUA (Dr. Frederic Wertham/A Sedução do Inocente, MaCarthysmo, etc) se queimavam gibis nas praças; educadores e padres tiravam aos supetões os gibis das nossas mãos, e depois, nos anos 80, onde se iniciou uma tremenda reviravolta e os quadrinhos paulatinamente passaram a ser parte intrínseca dos livros didáticos, chegando até a parecer um certo comodismo dos autores de livros didáticos, sempre procurando bons exemplos gramaticais nas tiras e páginas dos quadrinhos. O que eu posso dizer é que se meu filho lesse apenas gibis eu ficaria muito preocupado. Um dia desses li um artigo excelente dum professor de faculdade aqui da minha cidade. Um mea culpa sobre o fato dele (e todos nós) não estar mais conseguindo ler como antigamente. Talvez os quadrinhos não sejam o único vilão da história. Lendo essa minha resposta, mais exatamente as palavras “o cinema é uma baboseira tanto quanto” você provavelmente ficaria tentado a me perguntar “então você acha HQs e cinemas baboseiras?”, sim, eu acho. Se você ler qualquer livro simples, de entretenimento, tipo um romance policial, ele terá mais conteúdo e qualidade de texto que qualquer gibi ou filme... É evidente que há autores extraordinários nos quadrinhos, mas eles são bons excepcionalmente. O tipo de produção e o que se paga por roteiros de quadrinho irá sempre impedir que rolem coisas melhores. É também evidente que estou generalizando, sempre haverá exceções; sempre haverá um ALAN MOORE... I hope so. Henfil, sempre genial, dizia que não fazia um gibi todo mês simplesmente porque Gilberto Gil ou Chico Buarque não gravava um disco mensalmente (risos).

NANQUIM: Você recentemente adaptou para os quadrinhos o "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis. Adaptações desse tipo não inibem os jovens leitores de buscarem as obras originais?

SEABRA: Acho que inibe, e muito, se a obra for mal adaptada, mal condensada... Isso acontece muito com Homero. Duvido que algum garoto tenha sentido vontade de ler Homero depois que lhe foi imposto ler essas condensações estúpidas. Toda adaptação/condensação de Ulisses é medíocre e enfadonha. E o pior é que a repetição exagerada e mal feita banalizou uma obra incalculavelmente extraordinária. Paulo Francis dizia com toda sapiência que tudo já havia sido feito e dito em A Odisséia e A Ilíada. Provavelmente isso só tem a ver com a linguagem. No livro se pode tudo e se tem tempo pra tudo; no cinema o tempo é limitado (na maioria das vezes o diretor e os atores também), nos quadrinhos, o problema é o número das páginas, e o “quanto” irá se pagar aos autores (risos)... Adaptar Memórias Póstumas de Brás Cubas foi um dos meus maiores erros, primeiro porque não se paga por um trabalho desses aqui no Brasil, segundo porque foi lamentável socar 176 páginas de textos excepcionais em 40 páginas de gibi... A síntase exagerada acaba com o sabor, o encanto e o brilho dum escrito desse nível. Danifica todo o significado. O mesmo não ocorreu com os outros títulos da mesma coleção. Eram contos, e foram publicados em forma de quadrinho, mas integralmente... E artistas de talento como Josmar Fevereiro e Francisco Vilachã souberam acrescentar, somar com seus traços, à beleza dos textos. MESMO assim eu ainda sou aquele cara desconfiado... Antiquado, que acha que a imaginação é muito mais importante do que você receber tudo pronto e mastigado. Por mais que eu aprecie quadrinhos, eu prefiro muito mais os monstros do H.P.Lovecraft que eu concebo na minha mente, do que os mesmos monstros concebidos por diversos artistas. Evidente que há casamentos entre autores que se igualam às obras ou acrescentam (algumas vão até além), mas isso como tudo mais, são honrosas exceções. Podemos citar 2001, Uma Odisséia no Espaço, do Kubrick, ou O Iluminado, do Kubrick (risos)... Bom, isso tudo em se tratando de adaptações. No caso de textos originais feitos para as HQs, a situação se inverte. Duvido que um livro de super-herói ou um filme seja melhor do que autores tipo Jack Kirby. São gêneros que nasceram com a linguagem, e creio que não há como separar isso. Pode-se fazer diferente, melhor eu duvido. Exemplo, o pouco que gostamos nos filmes do Quarteto Fantástico e do Aranha foi tirado do gibi da época. Seqüências inteiras saídas das mentes geniais de Stan Lee e Jack Kirby e Steve Ditko. O que sobrou? Sobrou o cinema boboca de sempre.

NANQUIM: Voltando ao texto do dia 18, você encerrou citando uma frase de Wally Wood, assumindo-a como epitáfio. Não é uma mensagem um pouco deprimente às próximas gerações de quadrinistas, uma vez que a frase veio de um profissional que se suicidou após ter ficado parcialmente cego pelo alcoolismo e perdido muito de seu inegável talento original?

SEABRA: Elementar, meu caro Philip Marlowe. O Wallace Wood foi um dos mais extraordinários autores de quadrinhos que já pisou nesse mundo, um dos traços mais legais, irreverentes e cultos... Se não fossem todas as fatalidades que você citou e outras que caíram sobre a cabeça dele na sua curta existência, ele certamente produziria muito mais. E não se trata de “mensagem pouco deprimente às próximas gerações”, o que eu tentei foi parafrasear um gênio e a conhecida irreverência dele pra cima dos aspirantes a desenhistas de HQ e leitores, já que a grande maioria deles são chatos e mal educados. Em tempo: foi um AVC que causou a Wallace Wood a perda de um olho, e não à bebida, como você citou.

NANQUIM: Peço perdão, então, pela minha ignorância. Obrigado pelo ótimo bate-papo.

SEABRA: Obrigado você pela bela entrevista. Creio que foi uma das melhores que eu fiz.

 

Protesto !

Genial entrevista, apesar de não bater muito em alguns pontos do que ele disse, aprecio demais o trabalho dele.
Mas vejo que ele já é um desiludido dos quadrinhos, assim como Marcelo Campos, entre outros 'desenhistas intelectuais'...

Mas é tudo uma questão de ponto de vista, quadrinhos e cinema são fontes muito ricas de entretenimento e cultura, uma viagem bem distinta e por isso inigualável
(que obviamente não devem ser tomadas como única forma de conhecimento)
Considerando isso, penso que o Seabra já virou um velho rabugento...hehe

admiração

só quem conhece sabe quem é o SEABRA...grande,,e sempre sarrista.

tristeza

tenho um super heroi com o mesmo nome. Vo ter que trocar o nome dele

Entrevista com Seabra

Foda essa entrevista. Seabra, com a sutileza de sempre, dá nome aos bois.

Fenomenal...

Adoro tudo o que esse cara faz! Perfeito! O seu humor, sarcástico e inteligente, seduz.

O Seabra é um verdadeiro Mestre.

Não é à toa que o Sebastião é referência nesta área. Ele fala com a propriedade de quem SABE das coisas. Fica sua sabedoria para os mais novos.
Alexander

Opções de exibição de comentários

Escolha seu modo de exibição preferido e clique em "Salvar configurações" para ativar.

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido publicamente.